Foto: Yasmim Cunha

Os professores se concentram em frente à Assembleia Legislativa do Estado contra a mensagem de reajuste salarial da categoria. A proposta deve chegar na Casa nas próximas horas.  O encarregado de levar o documento é o secretário de Governo, Osmar Júnior. Até o início da sessão, às 11h, ele não havia chegado.

A categoria protesta contra a proposta que prevê um aumento de 4,17% e querem os 12% estabelecidos pela lei nacional do piso.

Os professores querem negociar a proposta. Eles pedem que os deputados não votem a matéria.

Governo envia duas mensagens

O secretário de Administração, Merlong Solano, chegou à Assembleia e espera o secretário Osmar Junior que trará a mensagem.  Merlong afirma que o governo mandará duas mensagens para a Assembleia.
A primeira trata dos professores. A segunda atinge todos os servidores e deve chegar na Alepi apenas amanhã.

“Vejo com preocupação uma greve quando se sabe que o governo não pode conceder mais em razão das finanças. Tem uma crise que compromete a arrecadação. Primeiro o governo manda para essa Casa a incorporação do auxílio alimentação do ano passado. Aqueles 4,17 % serão incorporados e beneficiarão os professores ativos e inativos. A segunda parte é o aumento do piso. O governo do Piauí sempre paga acima do piso. Começa com um salário R$ 3.167 e vai R$ 6.900. Acima dos R$ 2.886 que e o piso nacional”, disse Merlong.

A segunda mensagem trata da implantação de um auxílio alimentação para todos os servidores.

“Essa mensagem chegará amanhã. E inclui também os professores”, destacou.

Negociação

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Themístocles Filho, diz que a Casa está aberta ao diálogo com os professores. Themístocles chegou a receber a presidente do sindicato dos professores, Paulina Almeida, mas ainda não recebeu a proposta.

“Não chegou nada ainda. Pode chegar nas próximas horas. Os professores querem o diálogo. Essa Casa nunca se furta ao diálogo. Estamos abertos”, disse.


Fonte: cidade verde

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