Polo UAPI da cidade de Palmeira do Piauí, (foto: Ponto X)

Acadêmicos da Universidade Aberta do Piauí – UAPI, através do Núcleo de Ensino à Distância (NEAD) da Universidade Estadual do Piauí – UESPI, em diversos polos distribuídos em todo Estado, estão reivindicando por melhorias. Os docentes estão com pagamentos atrasados há quatro meses.

Em diversas cidades do Piauí, alunos, professores, coordenadores e tutores dos polos de ensino à distância, através de vídeos, lamentam a situação da educação na instituição estadual. São vários vídeos que circulam pela mídias sociais com relatos e protestos pela regularização salarial e também melhorias de infraestrutura. Os docentes são bolsistas remunerados com renda de R$ 765,00 (setecentos e sessenta e cinco reais) pagos pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí – FAPEPI.

Nicileide é coordenadora do Polo de ensino da cidade de Palmeira do Piauí, região Sul do estado. Em seu relato a reportagem do Portal Ponto X, Ela acha que o governo deveria planejar melhor o orçamento do estado conforme as necessidades; “O governador Wellington Dias, deveria planejar  melhor e não pensar apenas em expandir os polos da UAPI. Já foram abertos dezenas de polos, não adianta insistir em abrir polos no estado se não tem como pagar os tutores e professores, e ainda ofertar o mínimo possível de qualidade aos cursos, é muito importante que o governo repense sobre o assunto ou pelo menos dar mais qualidade para estes que já estão abertos”. Disse a coordenadora.

Os alunos reclamam da falta de compromisso e reivindicam um posicionamento do governo em relação ao curso. Ao Ponto X os alunos chegaram até a dizer que a proposta inicial em integrar a educação em todo estado seria bom, porém até o momento o que se ver é transtorno, tanto da parte dos acadêmicos quanto dos tutores, essa é a terceira paralisação em apenas dois anos de curso que ainda não concluiu o terceiro período.

No vídeo a seguir a aluna Thalia fala que já está perdendo a esperança em concluir o curso e que muitos colegas desistiram por não acreditarem na proposta do governo.

Assista o vídeo a seguir:

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